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Ressaca financeira: como os gastos do fim do ano impactam janeiro e sua Saúde Mental
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Janeiro chega e, junto com ele, a conhecida ressaca financeira. As escolhas feitas no final do ano — festas, confraternizações, happy hours, renovação do guarda-roupa, presentes, viagens, compras por impulso e até reformas da casa — agora mostram suas consequências. Na maioria das vezes, esses gastos acontecem dentro de um comportamento muito mais emocional do que racional, desconsiderando que o dinheiro é um recurso finito e que toda decisão financeira gera impacto no futuro. 

Esse cenário não atinge apenas quem recebe salário fixo. Ele também envolve empresários que tiveram bons lucros em 2025, especialmente aqueles que tiveram boas vendas em novembro e dezembro, períodos aquecidos para diversos mercados. Soma-se a isso o 13º salário, a participação nos lucros, bônus e comissões, criando a sensação de que “agora pode”, o que frequentemente estimula o aumento do consumo. 

Mas janeiro chega com tudo: IPTU, IPVA, taxas, matrículas escolares, material escolar, mensalidades, além de contratos e serviços que, na maioria das vezes, sofrem reajustes anuais em janeiro. 

O impacto é direto. O estresse financeiro se intensifica — e ele é hoje uma das causas importantes do adoecimento da saúde mental, contribuindo para ansiedade, depressão, insônia, conflitos familiares, irritabilidade e dificuldades na tomada de decisões. 

E agora, o que fazer diante da ressaca financeira?

 

Antes de qualquer atitude, é essencial compreender: o medo e a culpa paralisam, mas a compreensão e a ação libertam. 

 

1. O que você aprende com seu comportamento financeiro? 

Aprender a lição é um início e estar disposto as mudanças. Vamos mudar as escolhas financeiras?  Pergunte-se: quais emoções estavam por trás desses gastos? Alívio emocional? Sensação de merecimento? Busca por reconhecimento, pertencimento, culpa ou validação? 

O lugar que o dinheiro ocupa na sua vida diz muito sobre você. Ele pode representar poder, afeto, status social, reconhecimento, segurança emocional ou funcionar como uma válvula de escape para frustrações, conflitos internos e inseguranças.

 

A compulsão por compras, o consumo para provar valor pessoal ou manter uma imagem social são reflexões importantes para compreender comportamentos financeiros disfuncionais e ciclos repetitivos de endividamento ou daquela sensação de só pagar as contas. 

 

2. Já está feito. Agora é hora de reorganizar a vida financeira. 

Encare a realidade de frente. Tenha coragem de olhar para os números, organizar os gastos, montar uma planilha financeira e avaliar a real situação do orçamento. A partir disso, trace estratégias possíveis. Corte os gastos possíveis — e não todos de forma radical. 

 

Cortes extremos, assim como dietas muito restritivas, não se sustentam e frequentemente levam a recaídas e gastos impulsivos. O ideal é agir com racionalidade, constância e dentro do que é possível. 

 

Avalie também se é possível aumentar a renda, vender itens que estão parados em casa, renegociar dívidas, contratos ou parcelas e buscar alternativas para sair do vermelho. 

 

3. Planeje 2026 com inteligência emocional e financeira. 

Por outro lado, aprender a lidar bem com o dinheiro gera autonomia financeira, liberdade, responsabilidade e segurança emocional. Planejamento financeiro saudável não é sobre restrição, mas sobre escolhas conscientes, alinhadas com valores, realidade emocional e projetos de vida. 

 

Quando o alívio imediato se sobrepõe ao planejamento, decisões impensadas podem ganhar proporções desagradáveis e, em alguns casos, sair do controle financeiro. 

 

Quando procurar ajuda psicológica? 

 

Se a repetição de comportamento financeiro disfuncional se apresenta, buscar ajuda terapêutica é fundamental. A forma como a pessoa lida com o dinheiro costuma refletir como ela lida com a sua vida.    

 

A psicologia do dinheiro mostra que compreender o significado do dinheiro e seu comportamento em relação a ele, lhe confere a competência para fazer melhores escolhas emocionais e consequentemente financeiras gerando liberdade de autonomia na vida. 

Vamos olhar nessa direção?

 

Vera Lopes 

Psicoterapeuta | Especialista e estudiosa da Psicologia do Dinheiro 

🌐 Site: www.veralopespsicologia.com.br 

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© 2020 por Bianca Amarante. Orgulhosamente criado e adaptado com Wix.com

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